não há nada tão igualitário quanto a morte. naquele momento em que a vida se nos escapa somos todos iguais. é o que me consola depois de saber que perdi o direito à isenção de pagamento de taxas moderadoras. vamos todos, os que vão morrer por excesso de boa vida e os que vão por carência da mesma, passar pelo mesmo pânico.

viva a morte!

a. fonseca

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